Destaques Internacionais

Descoberta de petróleo na Bacia de Campos e novo marco regulatório entre os destaques

 

As agências Reuters, Bloomberg, EPA, AFPEFE deram nota sobre as descobertas de petróleo leve na Bacia de Campos (RJ) anunciadas pela Petrobras. Análises preliminares indicam a presença de 280 milhões de barris de petróleo recuperável no campo Aruana acima da camada de sal. Na Venezuela, o jornal El Universal e o site de notícias econômicas Invertia (do portal Terra no país) também informaram a descoberta da Petrobras.

Petrobras descobre petróleo leve em águas brasileiras

http://www.reuters.com/article/rbssEnergyNews/idUSN2054076220090821

Petrobras descobre petróleo leve na Bacia de Campos

http://lta.reuters.com/article/businessNews/idLTASIE57J2BD20090820

Brasil anuncia nova jazida de petróleo na camada marítima pós-sal

http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5i9XeAALXlIEI4vMw4aEv7pMvWGFQ

Petrobras encontra 280 milhões de barris no pós-sal, petróleo leve

http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&sid=agIEkF_CxRfY

Petrobras anuncia descoberta de 280 milhões de barris

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gqXVKlMPTQ1CJrMTcTSkkjnICkEg

A mídia internacional publicou durante a semana várias matérias sobre o novo marco regulatório do petróleo. A Bloomberg publicou despacho dizendo que o governo brasileiro quer dar vantagens à Petrobras no desenvolvimento das reservas de petróleo em águas profundas, que “vão muito além” das descobertas recentemente anunciadas, segundo informou o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão. A matéria informa que o presidente Lula deve anunciar a proposta do novo marco regulatório em 31 de agosto. Segundo a Bloomberg, a nova legislação fortalecerá a Petrobras.

Brasil quer vantagem para a Petrobras nas reservas do pré-sal

http://www.bloomberg.com/apps/news?id=20601086&sid=aaMToAJH.IBI

Matéria publicada na Upstream sobre o novo marco regulatório do petróleo dá enfoque ao fato de que o governo pretende distribuir igualmente os royalties do pré-sal, segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. No entanto, o ministro diz que ainda não há uma decisão final sobre o assunto. De acordo com a Upstream, o ministro teria dito que a idéia seria redistribuir os benefícios do pré-sal entre todos os estados e criar um fundo social para distribuí-los.

Brasil quer dividir as royalties da Petrobras

http://www.upstreamonline.com/live/article186153.ece

A Upstream impressa também publicou matéria sobre o novo marco regulatório do pré-sal. A matéria cita a declaração de José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras, de que é a favor da priorização da empresa na operação das reservas. Outra matéria na Upstream revela que os detalhes sobre a reforma na legislação do petróleo estão começando a aparecer e cita a participação mínima de 30% da Petrobras nas concessões, entre outras propostas do novo marco regulatório.

A linha de financiamento aberta pelo Ex-Im Bank americano à Petrobras também continua na pauta internacional, depois de o assunto ter sido objeto de um editorial do influente Wall Street Journal esta semana. O Wall Street Journal publicou hoje, em sua seção de cartas, a resposta do Presidente do Banco Ex-Im, Fred P. Hochberg, ao editorial do WJS. O presidente do banco justifica sua posição, dizendo que o empréstimo ajudará a criar e manter empregos nos EUA através do financiamento de exportações americanas. O empréstimo, segundo ele, garante auxílio para o financiamento de compras de mercadorias e serviços americanos pela Petrobras. A Fox News, principal canal de TV conservador dos EUA, também abordou o assunto em seu site.

Empréstimo para o Brasil ajuda fabricantes americanos

http://online.wsj.com/article/SB10001424052970203550604574360731208423244.html

Empréstimo americano para petrolífera brasileira irrita os conservadores a favor das perfurações em águas profundas (nos EUA)

http://www.foxnews.com/politics/2009/08/20/loan-brazilian-oil-company-riles-conservatives-favor-offshore-drilling/

O Wall Street Journal online, a Agence France Presse, o jornal boliviano Los Tiempos e a America Economia publicaram matérias sobre a possível mudança no contrato de abastecimento de gás que a Bolívia tem com o Brasil. Os jornais bolivianos La Prensa e La Razón também abordaram o assunto. 

Bolívia considera alterar o contrato de gás com o Brasil – ABI

http://online.wsj.com/article/BT-CO-20090820-710704.html

Gás abre uma nova frente de batalha entre Bolívia e Brasil

http://www.americaeconomica.com/portada/noticias/200809/ecolatino.htm  

Bolívia quer modificar contrato de venda de gás natural para o Brasil

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gsShgJtigLRlIr5jA83LtbTEUX8A  

Analisa-se a possibilidade de baixar a venda de gás ao Brasil

http://www.lostiempos.com/diario/actualidad/economia/20090820/analizan-bajar-la-venta-de-gas-a-brasil_31087_50589.html  

YPFB pedirá a Petrobras para mudar o contrato de compra e venda de gás

http://www.lostiempos.com/diario/actualidad/economia/20090820/ypfb-pedira-a-petrobras-cambiar-el-contrato-de-compraventa-de-gas_31132_50673.html   

A Reuters publicou matéria sobre a mudança da lei petroleira boliviana em 2010. Segundo a matéria, isto consolidaria a nacionalização decretada há três anos, conforme o presidente boliviano, Evo Morales, teria anunciado. A matéria informa que a declaração presidencial se deu após o anúncio de que a estatal YPFB prevê investimentos de quase US$ 11 bilhões entre 2009 e 2015 para aumentar as reservas de gás e, consequentemente, sua produção. A Petrobras é citada como uma das empresas estrangeiras que participaria dos investimentos.

Bolívia mudará lei petrolífera em 2010, diz Morales

http://lta.reuters.com/article/businessNews/idLTASIE57J0P120090820  

A Petrobras é citada em matéria da EFE sobre as petrolíferas estatais latino-americanas que consolidaram sua posição na cadeia de produção de hidrocarbonetos e competem com as privadas em termos de igualdade. A Petrobras está entre as empresas na região que obtiveram maior sucesso pois, além de garantir-se em seus mercados internos, internacionalizaram suas operações.

As petroleiras estatais da América Latina se garantem para competir com as privadas

http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5jXArDiyo8X13O4PFhKUAARnlBSgg   

A Upstream impressa traz hoje matéria sobre os planos do consórcio formado pela Petrobras e StatoilHydro de um novo programa de perfuração no Bloco BM-J-3 na Bacia do Jequitinhonha nos próximos meses após decepção com o poço piloto Lua Nova.

Outra matéria na Upstream impressa traz matéria sobre o anúncio do diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, de que a empresa pode ter que aumentar seu orçamento para este ano.

A Petrobras é mencionada em matéria da Upstream impressa sobre a reavaliação da Repsol YPF de sua estratégia de exploração em águas profundas para a Argentina, após o fracasso de produção da Bacia de San Jorge. A Petrobras participará do projeto Aurora em 30% e, em 2010, participará da campanha Malvinas

No México, o jornal El Sol de México, noticia o acordo de cooperação tecnológica da Petrobras com a americana FMC, para a aplicação do primeiro sistema submarino de separação de água e petróleo pesado.

O jornal do Equador El Telégrafo destaca as perspectivas do processo de renegociação das petroleiras multinacionais com o governo equatoriano para definir sua relação contratual a longo prazo, a partir de setembro. O diário cita a Petrobras como uma destas empresas, juntamente com a Andes Petroleum e a Repsol.