Destaques Internacionais

09/07/2009

Queda das ações da Petrobras e CPI são destaques na mídia internacional hoje.

A Bloomberg tem despacho sobre a queda da Petrobras na bolsa. Segundo o artigo, este é o período de baixa mais longo para a empresa desde dezembro. O anúncio da Exxon Mobil de que não há petróleo no poço Guarani contribuiu para a queda.

A Reuters também cita a Petrobras em matéria sobre a queda da bolsa de São Paulo.

7º dia consecutivo de queda no petróleo da Petrobras, reviravolta no pré-sal

http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&sid=ao1BXDZDpOcQ#

Ações e moeda do Brasil caem em meio a problemas globais

http://uk.reuters.com/article/idUKN0840735820090708?sp=true

A Reuters faz reportagem sobre os riscos que o anúncio de que a Exxon Mobil não encontrou petróleo no poço Guarani traz ao Brasil. Em outra nota, a Reuters dá destaque ao fato de que a Hess Corp não registrou notificação de descoberta de petróleo na Bacia de Santos. Empresas explorando petróleo no Brasil devem notificar a ANP suas descobertas de petróleo. O Petroleum Intelligence Weekly dá nota semelhante.

Poço seco em projeto de águas profundas apresenta riscos para o petróleo brasileiro

http://www.reuters.com/article/marketsNews/idUSN0837991820090708

Hess Corp não registra descoberta de petróleo no poço brasileiro

http://in.reuters.com/article/governmentFilingsNews/idINN0837991820090708

http://www.upstreamonline.com/live/article182847.ece

O Wall Street Journal On-line tem matéria informando que a ANP desqualificou seis empresas que concorreram para a exploração de petróleo e gás em 130 blocos na costa brasileira. As oito bacias incluem quatro áreas consideradas maduras e quatro novas fronteiras. A Petrobras assinou contratos para 27 concessões em Abril.

http://online.wsj.com/article/BT-CO-20090708-712544.html

A Bloomberg e a Upstream têm despacho sobre a CPI da Petrobras. Segundo o senador Alváro Dias, o Senado brasileiro pode iniciar a investigação no dia 15 de julho.

http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&sid=aIOFg6tWvCtQ

Senado brasileiro se prepara para a CPI da Petrobras

http://www.upstreamonline.com/live/article182833.ece

No site de notícias McClatchy, do terceiro maior conglomerado de mídia dos EUA, análise sobre a substituição dos Estados Unidos pela China como maior parceiro de negócios na América Latina. Cita o empréstimo da Petrobras.

No site Energy Current, artigo sobre as possibilidades de petróleo em Cuba defende o fim do embargo que, segundo o autor, vai acabar favorecendo a China. Cita os acordos do governo cubano para exploração de petróleo e as negociações com a Petrobras, destacando a experiência da empresa em exploração em águas profundas.

Na Nigéria, o jornal Business News traz artigo sobre a BP Statistical Review of Energy, abrindo com a informação de que, pela primeira vez em 2008,  os países em desenvolvimento consumiram mais energia do que os países da OCDE. A Petrobras é citada pelo economista da BP como exemplo por “ter se tornado a melhor empresa de exploração em águas profundas do mundo ao permitir competição estrangeira”

A notícia de que a Hess encontrou um poço seco no pré-sal saiu em sites importantes, como o CNN Money , que traz matéria da Dow Jones sobre as repercussões dessa constatação, enfatizando os riscos do pré-sal.

A Reuters também publica matéria em seu website com análise sobre o que isso representa, lembrando da suspensão pela Petrobras dos testes no Tupi.

A Bloomberg também publica em seu site matéria dizendo que as ações da Petrobras caíram pelo 7º dia consecutivo – a sequência mais longa de quedas dos últimos 9 meses. Atribui ao comunicado da Hess, traz analistas dizendo que o pré-sal não é um bilhete premiado por antecipação.

No jornal La Nacion, a matéria sobre mercados diz que as ações da Petrobras Brasil caíram, mas se recuperaram antes do fechamento porque investidores buscaram “refúgio dolarizado diante das incertezas locais”.

E no Capital News, site espanhol de análises sobre empresas e investimentos, artigo com o título “o que acontece na Argentina para que as energéticas queiram sair correndo por medo de colapso” analisa o descontentamento de petroleiras, citando Repsol, Petrobras e Chevron.