Destaques Internacionais

Meta de investimentos, novo marco regulatório e pré-sal são destaques

 

A Dow Jones publicou despacho no fim de semana sobre a declaração de José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras, de que a meta de investimentos de cinco anos da empresa será superior aos US$ 174 bilhões previstos. Isso se deve, segundo Gabrielli, à inflação nos custos de equipamentos e serviços. Segundo a matéria, Gabrielli apresentaria uma nova estimativa para os gastos da empresa na revisão anual da Petrobras no início de 2010. A matéria lembra que a Petrobras quer maximizar o conteúdo local em equipamentos e serviços utilizados na exploração das reservas do pré-sal e que a empresa congelará investimentos internacionais para se concentrar no desenvolvimento das mesmas.

Petrobras: despesa de capital de 5 anos acima da meta devido à inflação

http://online.wsj.com/article/BT-CO-20090918-708691.html   

A AFP distribuiu despacho sobre a declaração do presidente José Sérgio Gabrielli, confirmando que as grandes reservas de petróleo na camada do pré-sal estão em águas brasileiras. O site especializado Petroleumworld reproduziu a matéria.

Campos de petróleo do Brasil em águas domésticas: oficial

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hrfXdH5V56bztS4CHURq_xb358Sw

O jornal francês Le Monde publicou em sua edição impressa versão da matéria publicada em seu site na sexta-feira, sobre a Petrobras e as recentes descobertas de petróleo no Brasil. A reportagem destaca a grande valorização da Petrobras nos mercados, provocada pela descoberta de petróleo nas áreas do pré-sal. O presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, defendeu as mudanças no marco regulatório do petróleo. Ele disse que os riscos são muito baixos e que as condições de exploração de petróleo são diferentes, mas lembrou que o Brasil é um país que respeita os contratos.

No Brasil, o estado e a Petrobras apertam o controle sobre a produção de petróleo

http://www.lemonde.fr/economie/article/2009/09/18/au-bresil-l-etat-et-petrobras-resserrent-leur-controle-sur-la-production-de-petrole_1242129_3234.html  

A agência de notícias chinesa Xinhua distribuiu despacho informando que a Petrobras experimentará um sistema inédito desenvolvido pela norueguesa Framo Engineering para bombear petróleo e gás com um sistema submarino multifásico. A matéria é baseada em informações publicadas no site da Petrobras.

Brasil experimentará sistema inédito de bombeamento de petróleo      

http://spanish.china.org.cn/international/txt/2009-09/20/content_18558833.htm  

Em Portugal, a edição de domingo do jornal Publico traz entrevista com o banqueiro Matthew Simmons, do banco de investimentos independente de energia Simmons & Company, em que ele destaca as dificuldades de exploração das descobertas recentes de petróleo, como as do pré-sal – o jornal diz que ele é um dos “petrocéticos” com mais credibilidade no mundo. Apesar das dúvidas, Simmons defende a proposta para o marco regulatório do pré-sal, aborda os resultados positivos do fundo social na Noruega, diz que “é conversa” o temor de que “a solução nacionalista do Brasil” afete a capacidade de investimento. O banqueiro também elogia a Petrobras, incluindo sua capacidade técnica, a boa gestão dos últimos 20 anos e a boa relação da empresa com os fornecedores. Ele também diz, em resposta à pergunta sobre o conselho que daria à Galp, parceira da Petrobras, que os fornecedores de equipamentos e serviços são os que “vão mesmo prosperar”.

No México, o jornal El Universal, de domingo, traz artigo de opinião com avaliação positiva da proposta do governo brasileiro para o marco regulatório. Com o título “Brasil: uma aposta inteligente”, o artigo aborda os diferentes aspectos da proposta e prevê que, apesar da reação inicial negativa das bolsas, os investidores e empresas vão participar do pré-sal porque é uma grande oportunidade.

No Paraguai, o jornal Ultima Hora traz matéria dizendo que a Petrobras pretende entrar na produção de etanol ainda este ano.

Na França, o jornal La Tribune traz nota com previsão de analista dizendo que as operações petroleiras offshore no Brasil devem crescer de 8% a 10% ao ano, chegando a 50 o número de plataformas, de hoje até 2010.

A edição de sábado do jornal Clarin, da Argentina, traz notinha dizendo que a Petrobras não está interessada em comprar ou vender ativos na Argentina, segundo o presidente Gabrielli.