Destaques Internacionais – 7/12/2010

Fala do presidente Gabrielli é o destaque desta terça-feira na imprensa internacional

Citando entrevista do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, ao jornal Valor Econômico, a Bloomberg relata que os fornecedores brasileiros para o setor petroleiro estão trabalhando com capacidade total, mas que isso ainda não é suficiente para atender às demandas dos novos projetos de águas profundas.

Brasil não está pronto para propostas para o pré-sal, afirma o presidente da empresa ao Valor

De acordo com a Bloomberg, a Petrobras pretende financiar investimentos nos próximos anos com a venda de débitos e empréstimos bancários depois de executar a maior oferta pública de ações do mundo, em setembro deste ano.

Petrobras financiará investimentos com débitos e bancos

No site da Reuters, notinha diz que a Petrobras identificou problemas em nove blowout preventers fabricados pela Cameron International. No site da Penn Energy matéria diz que foram resolvidos problemas em um Blowout Preventer (BOP) na sonda de perfuração Sevan Driller e que agora estão sendo feitas preparações em cooperação com a Petrobras para retomada de suas operações offshore no Brasil.

Petrobras encontra problema em nove BOPs da Cameron

De acordo com o CNBC e a Businessweek, a Albermale e a Petrobras construirão uma usina de produção de catalisadores hidroprocessados em Santa Cruz. Esses catalisadores são utilizados por refinarias para remover enxofre e outros contaminantes e para converter matéria-prima pesada em produtos mais leves.

Albermale e Petrobras construirão usina no Brasil

Albermale e Petrobras construirão usina no Brasil

Na versão em espanhol da agência de noticias da Rússia RIA-Novosti, matéria informa que helicópteros russos ganharam contrato com a Petrobras para operar na região do Amazonas, segundo porta-voz da empresa russa. Nota em inglês e espanhol também no site da Voice of Russia.

No Equador, o jornal El Telégrafo traz entrevista com o ministro coordenador de Setores Estrategicos, Jorge Glas, dizendo que as negociações com as petroleiras foram um sucesso. Em resposta à pergunta do jornal sobre por que a Petrobras não assinou o novo contrato, ele diz que não houve acordo no preço e que teriam gostado se a Petrobras tivesse ficado.

De acordo com o Nikkei, o montante total levantado por companhias de Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC) através de ofertas públicas de ações deve superar os números dos Estados Unidos e da Europa. Os BRICs movimentaram US$ 214,3 bilhões em venda de ações, enquanto os EUA registraram US$ 165,9 bilhões e as companhias europeias, US$ 152,2 bilhões. A estatística, no entanto, desconsidera ações governamentais, como as da Petrobras, que sozinha levantou R$ 120,2 bilhões com sua capitalização em setembro.