Petrobras inicia produção na área de Brava no pré-sal da Bacia de Campos

19 de abril de 2011 / 10:41

A Petrobras iniciou na última segunda-feira (18/04) o Teste de Longa Duração (TLD) da área de Brava, no pré-sal da Bacia de Campos, na área da Concessão de Produção do campo de Marlim, localizado a 170 km da cidade de Macaé, RJ.

Com duração estimada em dois anos e produção diária de 6.000 barris de petróleo por dia, o TLD está sendo realizado pelo poço 6-MRL-199-RJS, interligado à plataforma P-27, portanto, sem a necessidade de unidade de produção adicional. Esse é o quinto reservatório a produzir petróleo no pré-sal da Bacia de Campos. O primeiro foi no campo de Jubarte, em setembro de 2008. Em seguida, em julho de 2010, a Petrobras colocou em produção reservatório no pré-sal do campo de Baleia Franca. Além desses, em dezembro de 2010 a Petrobras deu início ao TLD de Carimbé, na concessão do campo de Caratinga; e em fevereiro deste ano, ao TLD do reservatório de Tracajá, na concessão do campo de Marlim Leste.

O TLD em Brava permitirá à Petrobras obter mais informações sobre as características do reservatório, que darão subsídios para a elaboração do projeto definitivo de desenvolvimento da produção. Esses dados serão importantes, também, para o estudo das características de novos poços nos campos de Marlim e Voador.

Confira o mapa com a localização do poço 6-MRL-199-RJS.

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Poço de Extensão de Guará comprova alta produtividade no pré-sal

11 de abril de 2011 / 21:20

A Petrobras comunica que concluiu o teste de formação no primeiro poço de extensão de Guará, comprovando as estimativas de alta produtividade da acumulação, localizada em águas ultra-profundas, no pré-sal da Bacia de Santos.

Durante o teste no poço 3-SPS-69 (3-BRSA-788), localizado no bloco BM-S-9, foram verificadas vazões da ordem de 6 mil barris por dia de óleo de boa qualidade (30º API) limitada à capacidade dos equipamentos utilizados. O potencial de produção inicial é de cerca de 50 mil barris de petróleo por dia.

Também denominado Guará Norte, o poço localiza-se a 2.118 metros de profundidade de água, a cerca de 305 quilômetros da costa do Estado de São Paulo, 15 quilômetros a nordeste do 1-SPS-55 (poço descobridor de Guará).

O teste de formação do poço descobridor 1-SPS-55, realizado anteriormente, já havia revelado números semelhantes aos resultados do poço Guará Norte, demonstrando excelente qualidade dos reservatórios.

No momento encontra-se em perfuração o segundo poço de extensão, Guará Sul (3-SPS-82A), a cerca de 7 quilômetros ao sul do poço descobridor de Guará.

O consórcio, formado pela Petrobras (45% – operadora), BG Group (30%) e Repsol Sinopec Brasil (25%), dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a avaliação das jazidas descobertas nesta área, conforme o Plano de Avaliação aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Fortune prevê boas perspectivas para a Petrobras

12 de março de 2011 / 09:33

Nesta semana, a Fortune publicou matéria sobre as grandes descobertas offshore no Brasil. O repórter visitou as instalações da P-52 da Petrobras, uma das maiores e mais avançadas plataformas já construídas, localizada na Bacia de Campos, e discorreu detalhadamente sobre números e impressões sobre produção, tecnologia, segurança e perspectivas.

O jornalista diz que a Companhia é uma das empresas mais importantes do mundo e deve ficar cada vez mais influente. Ele afirma que, até o final da década, a Petrobras deve se tornar a maior empresa petrolífera com ações negociadas em bolsa em termos de reserva e produção mundiais.

A reportagem conta um pouco sobre o cenário de hidrocarbonetos no país à época da fundação da empresa, em 1953, e traça um histórico até a descoberta dos vastos reservatórios de petróleo em águas profundas.

Em relação aos investimentos previstos até 2014, o repórter informa que grande parte dos aportes serão direcionados a plataformas, sondas, refinarias e outros tipos de infraestrutura para a produção do pré-sal e relembra a maior capitalização da história mundial, realizada no ano passado.

Segundo o jornalista, em entrevista com o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, o executivo declarou que, nos próximos quatro ou cinco anos, a empresa terá entre 30 e 35 bilhões de barris de reservas e nenhuma outra petroleira de capital aberto terá volume parecido.

Leia o texto na íntegra: Petrobras: The next oil colossus.

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Interrupção temporária do TLD de Guará

2 de março de 2011 / 12:25

A Petrobras informa que paralisou temporariamente a produção do Teste de Longa Duração na área de Guará, na Bacia de Santos. A produção naquela área se dá por meio da plataforma de posicionamento dinâmico chamada Dynamic Producer .

Desde o último domingo (27/02) essa plataforma estava em manutenção, com o poço fechado e todas as condições de segurança inteiramente atendidas. Nesta terça-feira (01/03), entretanto, ocorreu rompimento da tubulação que interliga a plataforma ao poço. Não houve vazamento de petróleo para o mar, já que o poço estava fechado e, por isso, não havia petróleo e gás na tubulação.

As autoridades competentes foram devidamente informadas. O poço continua fechado. As causas do rompimento da tubulação já estão sendo apuradas. Após essa avaliação e com o sistema de produção recomposto, serão tomadas as providências para reinício desse teste de longa duração.

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Óleo de boa qualidade em Iara, na Bacia de Santos

1 de março de 2011 / 22:38

A Petrobras concluiu a perfuração do poço exploratório de extensão 3-BRSA-891A-RJS (3-RJS-682A) localizado na área do Plano de Avaliação de Iara, no pré-sal da Bacia de Santos. Em profundidade de água de 2.279m, o poço está localizado a cerca de 230 km da costa do Rio de Janeiro e a 8 km do poço pioneiro descobridor.

O resultado da perfuração do poço confirmou a boa qualidade do óleo no reservatório (28º API) e reforçou o potencial de óleo leve e gás natural recuperável daquela jazida. A estimativa da Petrobras é que o volume recuperável esteja entre 3 e 4 bilhões de barris de óleo equivalente. Conhecido informalmente como Iara Horst, o poço demonstrou melhores características do reservatório do que as encontradas no poço descobridor 1-BRSA-618-RJS (1-RJS-656).

O Plano de Avaliação de Iara está localizado numa área remanescente do bloco BM-S-11, onde recentemente foi declarada a comercialidade do campo gigante Cernambi e do campo supergigante Lula.

Testes de formação ainda serão feitos para avaliar a produtividade do reservatório. O consórcio operado pela Petrobras (65%), em parceria com a BG Group (25%) e Galp Energia (10%), dará continuidade às atividades previstas pelo Plano de Avaliação aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Petrobras inicia mais um Teste de Longa Duração no pré-sal da Bacia de Campos

24 de fevereiro de 2011 / 22:07

A Petrobras iniciou na última quarta-feira (23/02) o Teste de Longa Duração (TLD) do reservatório de Tracajá (pré-sal), por meio do poço 6-MLL-70, localizado a 124 km da costa do Rio de Janeiro, no campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos.

O poço 6-MLL-70, que encontrou o reservatório com petróleo na profundidade de 4.442 metros em setembro de 2010, foi interligado ao navio-plataforma P-53, aproveitando capacidade de processamento e escoamento disponível. O teste começou com vazão de 23.300 barris por dia.

O objetivo do TLD é obter informações sobre as características do reservatório, para a definição do futuro projeto definitivo de desenvolvimento da produção. Em dezembro de 2010 a Petrobras iniciou teste semelhante, na acumulação conhecida como Carimbé, também em estrutura de pré-sal, na concessão de Caratinga.

A descoberta de Tracajá é mais um resultado conseguido pela estratégia do Planóleo, programa que busca intensificar os trabalhos de exploração e produção nas áreas próximas a campos que já se encontram em operação, com o objetivo de aproveitar a capacidade das instalações existentes, diminuir custos e agilizar a produção de novos volumes de petróleo.

O Plano de Avaliação de Descoberta (PAD) de Tracajá, apresentado à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em 2010, prevê ainda a perfuração de um ou dois poços de extensão para delimitação completa da acumulação.

Além de Tracajá e Carimbé, a Petrobras já descobriu petróleo no pré-sal em outras regiões da Bacia de Campos, onde a Companhia iniciará TLD, ainda em 2011, nas acumulações de Brava (concessão de Marlim), Aruanã e Oliva (bloco exploratório BM-C-36).

Na porção norte da Bacia de Campos, no litoral do Espírito Santo, a Petrobras vem produzindo petróleo no pré-sal, na região conhecida como Parque das Baleias, desde agosto de 2008.

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Pré-sal: respostas ao Estadão

20 de fevereiro de 2011 / 09:23

Leia a matéria “Danos vão de desmate a ocupação irregular” (Parte 1, Parte 2) publicada neste domingo (20/02) pelo jornal O Estado de São Paulo. Confira, abaixo, as respostas encaminhadas pela Petrobras ao veículo.

Pergunta: Em que Estados brasileiros deve haver exploração do pré-sal? Onde serão os principais campos ou plataformas? Podemos falar genericamente que a exploração ocorrerá a cerca de 300 quilômetros da costa e 7 mil metros abaixo da superfície?

Resposta: A área do pré-sal, onde estão sendo realizadas pesquisas pela Petrobras e empresas parceiras, se estende por aproximadamente 800 km ao longo da margem continental, entre os estados do Espírito Santo e Santa Catarina, em uma faixa marítima de cerca de 200 km de largura. Distribuídas nas bacias de Santos e Campos, essas rochas estão abaixo de uma camada de sal que, em algumas áreas chega a 2 mil metros de espessura, sob águas onde a profundidade chega a 3 mil metros. A área total do pré-sal, já mapeada pelos levantamentos geofísicos, é de 149 mil km2, dos quais 41.772 já estão sob concessão e 107.228 km2 (72%) ainda não foram concedidos para exploração. A área concedida à Petrobras é de 35.739 km2 (24% do total). Os trabalhos exploratórios se estendem até 300 km da costa e a profundidade dos poços chega a 7 mil metros da superfície do mar até o reservatório, o que inclui a profundidade da água e do poço, perfurado a partir do solo marinho. As descobertas já realizadas estão localizadas nas Bacias de Santos e Campos, em frente aos litorais dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. Já estão em produção plataformas em frente aos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Pergunta: Existe uma grande preocupação com vazamentos. O que se aprendeu com o desastre no Golfo do México?

Resposta: A Petrobras investe fortemente na prevenção e está preparada para atuar em casos de acidentes. A Companhia executa robusta política de segurança operacional e de elevado rigor técnico nos aspectos relacionados a equipamentos e à capacitação de pessoal. A empresa atua obedecendo a rigorosos procedimentos operacionais e os equipamentos utilizados pela Petrobras no pré-sal e nos outros campos da costa brasileira estão totalmente de acordo com as mais modernas práticas de segurança da indústria, incorporando a experiência brasileira e internacional acumulada na perfuração de poços ao longo dos anos. A política de segurança operacional é parte da cultura da empresa e se aplica a todos os segmentos e cenários onde atua.

Pergunta: Que medidas de segurança podem ser implementadas para evitar esse tipo de tragédia? Pesquisadores da Coppe, por exemplo, dizem que os equipamentos de prevenção são extremamente importantes. Em caso de emergência, um dispositivo deve fazer a vedação do tubo para evitar vazamento de óleo. No acidente nos EUA, houve falha de equipamento. Segundo a Coppe, já foram feitos estudos mostrando que é possível melhorar a confiabilidade desse dispositivo. Vocês têm acompanhado essa evolução?

Resposta: Todas as unidades marítimas de perfuração que trabalham para a Petrobras são equipadas com sistemas de detecção, que podem prover o fechamento imediato e automático do poço, prevenindo seu descontrole. Há detectores de gás em diversos locais na plataforma, alarmes de aumento de pressão ou volumes no interior do poço e sistemas de preparação e injeção de fluidos para seu interior.

Todo o pessoal que trabalha nas plataformas tem certificação do IADC – International Association of Drilling Contractors. O treinamento interno em segurança de poço existe desde 1971 e é previsto simulado de fechamento de poço onde são aferidos os tempos de resposta das equipes e dos equipamentos. Este simulado é realizado semanalmente com a turma embarcada. Também é realizada análise de risco nos projetos de perfuração de poços marítimos e estes projetos seguem as normas internacionais de segurança de poço.

Em caso de incidente do qual resulte vazamento de óleo para o mar, a Petrobras dispõe de planos de emergência para vazamento de óleo aplicável a cada uma de suas plataformas e unidades operacionais, todos eles aprovados pelo Ibama. Para a aplicação desses planos de emergência, a Petrobras dispõe de equipes treinadas e conta com planos regionais que integram os recursos mais modernos e eficientes para contenção, recolhimento, armazenamento de óleo em quantidade que supera qualquer outra companhia de óleo em todo o mundo.

Além dos recursos disponíveis nas diversas unidades, a Petrobras possui 10 Centros de Defesa Ambiental (CDA) e 13 Bases Avançadas que operam, 24 horas por dia, localizados e distribuídos estrategicamente ao longo do país. Esses centros contam com equipes de profissionais capacitados e equipamentos específicos e de última geração voltados para o combate a vazamento de óleo.

Pergunta: Quais serão os benecífios para o País dessa exploração? Janet Ranganathan, vice-presidente para Ciência e Pesquisa da entidade World Resources Institute, diz que o Brasil precisa pesar bem o custo-benefício dessa exploração para evitar que as reservas de petróleo marítimo se tornem “ouro de tolo”.

Resposta: Está prevista a criação do Fundo Social pelo Governo Federal, que será um fundo financeiro constituído por recursos gerados pela partilha de produção, destinados a programas de combate à pobreza, de enfrentamento das mudanças climáticas e de desenvolvimento da educação, cultura, saúde, meio ambiente, ciência e tecnologia.

Além disso, a produção no pré-sal pode significar inúmeras oportunidades de desenvolvimento econômico e social para o país. A perspectiva é de ampliação de negócios em diversos setores da cadeia produtiva do setor de energia, com aumento das oportunidades de emprego, formação de mão-de-obra especializada, criação de novas soluções tecnológicas, crescimento da renda nacional e per capita, incluindo a aplicação de mais recursos em saúde, educação, pesquisa tecnológica e infraestrutura.

Os investimentos previstos vão permitir um desenvolvimento sem paralelo da indústria de base e expansão das empresas de engenharia, indústria naval, produtoras de equipamentos de grande porte e prestadoras de serviço. Tudo isso terá um grande impacto positivo sobre a economia brasileira.

Pergunta: E a ONG Aliança Global de Fontes Renováveis incluiu o campo de Tupi, na Bacia de Santos, entre os dez locais de exploração marítima mais perigosos do mundo. Um dos motivos de apreensão é o fato de a camada de sal ser menos densa e dissolver na água, o que aumenta o risco de o poço ruir durante a perfuração – problema que ocorreu em julho na Bacia de Santos no poço Libra. A Petrobras concorda com a avaliação da ONG? O que fazer para vencer esse desafio?

Resposta: A Companhia não concorda com a avaliação feita, pois os riscos de perda de estabilidade dos poços são adequadamente considerados em seus projetos. O controle da estabilidade das formações rochosas na perfuração de poços de petróleo é fundamental e faz parte de todos os projetos de poços da Petrobras. Os poços do pré-sal são perfurados com fluido sintético, o que inibe a diluição da rocha salina. Embora possam ocorrer problemas de estabilidade, eles são localizados e podem ocorrer tanto no pré-sal quanto em qualquer outra área. Além disso, há práticas de segurança estabelecidas para atuação nestes casos. Dos mais de 20 poços perfurados no pré-sal da Bacia de Santos, nenhum apresentou anormalidades que indicassem haver algum risco não avaliado adequadamente.

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Aprovada contratação de sete sondas para o pré-sal

11 de fevereiro de 2011 / 11:44

A diretoria da Petrobras aprovou o processo de licitação para a construção no Brasil das primeiras sete sondas, de um total de 28 unidades de perfuração marítima, para atendimento ao seu programa de perfuração de longo prazo, prioritariamente para poços no pré-sal. A previsão de entrada em operação das novas sondas é para 2015. As demais 21 sondas também serão produzidas no país.

Durante a construção, a previsão é de abertura de 32 mil postos de trabalho, diretos e indiretos, em oito anos. Na fase de operação, serão 10 mil empregos (diretos e indiretos), para um período de 10 anos.

O vencedor deste primeiro lote foi o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado no Estado de Pernambuco, com o preço final de US$ 4.637.000.130,00, o que corresponde a uma redução de US$ 13.000.000,00 em relação à proposta original. O preço final de cada sonda ficou em US$ 662.428.590,00, com previsão para entrada em operação em 2015.

O contrato de afretamento será realizado com a Sete Brasil S.A (Sete BR), que assumirá o contrato de construção com o EAS. A Sete BR é uma empresa constituída pelo Fundo de Investimentos em Participações – FIP Sondas, gerido pela Caixa Econômica Federal (CEF), que detém 90% da empresa e terá como quotistas investidores de mercado, incluindo fundos de pensão e bancos de investimentos brasileiros. A Petrobras deterá 10% das ações da nova empresa.

A Sete BR admitirá como parceiras e co-proprietárias dos navios-sonda empresas com experiência para efetuar a operação das sondas na prestação dos serviços contratados pela Petrobras. A taxa diária de afretamento correspondente ao equipamento já foi definida e, quando adicionada à taxa média vigente para operação, totaliza um custo entre US$ 430 mil e US$ 475 mil por dia, em linha com as taxas mais competitivas do mercado internacional.

A Sete BR, para financiar a construção das sondas, contará com o capital próprio, provido pelos sócios, e com recursos de financiamento de longo prazo concedidos pelo BNDES, que irá financiar a parcela correspondente ao conteúdo brasileiro de bens e serviços para construção de cada sonda, além de recursos provenientes das agências de fomento à exportação dos países que fornecerão o conteúdo a ser importado e dos bancos comerciais. Os financiadores terão em seu benefício uma garantia de performance contratada pelo estaleiro EAS e uma garantia de crédito contratada pela Sete BR, ambas fornecidas pelo Fundo Garantidor da Construção Naval – FGCN, que teve sua capacidade especialmente ampliada para fazer frente a este tipo de garantia.

O objetivo da Petrobras com o Projeto Sondas é criar condições para que seja técnica e economicamente viável a construção de plataformas de última geração para águas profundas e ultraprofundas no Brasil, a exemplo do que fez com plataformas de produção, que hoje são integralmente produzidas no país, dentro dos parâmetros mundiais de qualidade.

A Diretoria Executiva decidiu também cancelar outra licitação em curso destinada à contratação de até duas sondas de perfuração em função dos preços apresentados, que não se mostraram vantajosos para a Companhia.

O terceiro processo licitatório, destinado à contratação do afretamento de lotes de até quatro sondas de perfuração, ainda encontra-se em análise, com expectativa de conclusão em até 30 dias.

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Assista à entrevista do diretor Financeiro da Petrobras à CNN em Davos

2 de fevereiro de 2011 / 11:18

Em entrevista à CNN en Español, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o diretor Financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, falou sobre os planos da Petrobras. O executivo afirma que a Petrobras já explora, fora do país, poços mais profundos que o pré-sal, com até 10 mil metros.

“Tecnicamente está tudo controlado. Temos a capacidade de produzir e não é extremamente profundo. Tecnologicamente não há restrição”, disse.

De acordo com o diretor, a média da produção em 2010 foi próxima de 2,6 milhões de barris por dia. “A nossa meta para 2020 é de 5,4 milhões ao dia. Daqui a 4 ou 5 anos devemos atingir a marca de 4 milhões”. O investimento de US$ 70 bilhões em refino e petroquímica até 2014 também foi citado pelo diretor.

Confira a entrevista na íntegra (em espanhol).

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Mais uma descoberta no Pré-Sal da Bacia de Santos

25 de janeiro de 2011 / 19:12

A Petrobras comunica a realização de uma nova descoberta de petróleo de boa qualidade nos reservatórios do pré-sal no bloco BM-S-9, em águas ultraprofundas da Bacia de Santos, com a perfuração do poço 3-BRSA-861-SPS (3-SPS-74).

Informalmente denominado Carioca Nordeste, o poço está localizado em águas onde a profundidade é de 2.151metros e a 275 quilômetros do litoral do Estado de São Paulo, na área de avaliação do poço Carioca – 1-BRSA-491-SPS (1-SPS-50).

Análises preliminares comprovaram a extensão da acumulação que contém petróleo de alta qualidade (26º API), em reservatório de 200 metros, superior ao resultado do poço pioneiro perfurado na área.

O bloco BM-S-9 é formado por duas áreas de avaliação: uma, do poço 1-BRSA-594-SPS (1-SPS-55), informalmente denominado de Guará e outra do poço 1-BRSA-491-SPS (1-SPS-50), informalmente denominado de Carioca, onde se localiza o poço descobridor.

A Petrobras, que é a operadora, detém 45% dos interesses desta concessão. Os demais parceiros do consórcio são as empresas BG Group, com 30% e Repsol com 25%.

O Consórcio dará continuidade aos investimentos previstos no Plano de Avaliação de Descoberta, apresentado para ANP em 2007, para confirmar as dimensões e características do reservatório, visando ao desenvolvimento do projeto e das atividades no pré-sal da Bacia de Santos.

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